A educa o abm iental e a pr tica de ensino u mrelato de

A Educa O Abm Iental E A Pr Tica De Ensino U Mrelato De-PDF Download

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22 Jackson Bentes Heliton Leal Silva,PONDERA ES INICIAIS Cabe ao professor a fun o. de despertar nos alunos a capaci,As quest es ambientais con. dade de perceber julgar e refletir,figuram se definitivamente assumin. acerca de problemas ambientais,do um espa o no imagin rio e na. cotidianos motivando os pr tica,preocupa o da sociedade brasilei.
de Educa o Ambiental E dentro,ra Os jovens de hoje ser o adultos. deste processo a Geografia e a Fi,num mundo que exigir deles a ca. losofia se apresentam como disci,pacidade n o s de dizer n o s. plinas importantes O enfoque geo,agress es ambientais mas de dizer. gr fico filos fico permite que todas,sim a um modelo de desenvolvimen.
as escalas sejam analisadas e que,to que garanta a qualidade de vida. o entendimento da quest o ambi,humana sem destruir o planeta. ental n o esteja isolado das demais, Neste sentido a Escola assu quest es como as econ micas e. me um papel fundamental de esti as sociais,mular a cidadania ambiental do alu. Dentro de uma perspectiva,no e uma das maneiras mais efici.
interdisciplinar prop e se neste tra,entes de se fazer isso trazendo o. balho um relato de experi ncias,contempor neo para a sala de aula. vividas nas atividades com alunos,aproximando o cotidiano vivido. de Ensino M dio da referida esco,pelos alunos,la do ano de 2003 a 2005 Partin. Parte se do princ pio que o do de uma primeira etapa em que. aluno ter um papel fundamental na se pretendia a resolu o do proble. forma o de gera es preocupa ma detectado em estudo na sala. das com as quest es ambientais de aula A segunda etapa consistia. Pr ticas pedag gicas que possibi em uma mobiliza o envolvimen. litem ao aluno construir uma cons to e conscientiza o sobre a impor. ci ncia ambiental 3 come am a t ncia do problema Na terceira eta. aparecer em todo o pa s Mesmo pa a visita a campo tanto profes. sendo ainda pr ticas isoladas as sores quanto alunos eram envoltos. pr ticas pedag gicas ambientais na rela o com a encantadora na. demonstram que a Escola desem tureza pelas inquietudes levantadas. penha papel importante na forma em sala de aula e que agora eram. o da consci ncia ambiental apreendidas in loco, Segundo o dicion rio Houaiis da l ngua portuguesa consci ncia lat Conscientia.
todo sentimento ou conhecimento que permite ao ser humano vivenciar experi. mentar ou compreender aspectos ou a totalidade de seu mundo interior Neste mes. mo sentido empregamos o conceito referido, La Salle R Educ Ci n Cult Canoas v 12 n 1 p 21 36 jan jun 2007. A educa o ambiental e a pr tica de ensino um relato de experi ncias 23. O desafio maior para o edu Poderia se fortalecer esta. cador era da media o no proces id ia a partir de Adorno 1995. so de uma educa o ambiental que para quem a Educa o n o mo. proporcionasse ao aluno uma vis o delagem de pessoas porque n o. cr tica e hol stica sobre seu ambi temos o direito de modelar pesso. ente s cio cultura tanto no n vel as a partir do seu exterior mas tam. formal quanto no n o formal Por b m n o mera transmiss o de. isso o final de cada atividade era conhecimentos mas a produ. marcado por uma avalia o e re o de uma consci ncia verdadei. tomada atrav s dos objetivos do ra 4 Nesta concep o adorniana. projeto junto com os alunos para a educa o se apresenta como um. ent o possibilitar uma resignifica fator de emancipa o5. o do fen meno A postura do educador com,prometido com um processo. A EDUCA O COMO UM FATOR emancipat rio do educando passa. DE EMANCIPA O por iniciativas concretas que devem, Segundo Schumacker 1973 ir al m do curr culo e da sala de. o maior recurso de nossa socieda aula A es no campo da Educa. de a Educa o Tamb m Drucker o Ambiental t m oferecido uma. 1994 diz ao falar da sociedade do alternativa concreta para o enrique. conhecimento que a nossa espe cimento do processo educativo. ran a de um futuro melhor reside Nesta dire o a reformula. na Educa o o na Educa o Brasileira desde, O conceito de Educa o aqui a Lei de Diretrizes e Bases da Edu. defendido de uma educa o que ca o Nacional Lei 9 394 1996. impregne em sua ess ncia a trans possibilita uma discuss o acerca. do papel da educa o formal na,forma o integral do homem Para.
vida do estudante e da sociedade,Monteiro 2002 Educa o um. globalizada CALVENTE 1998,processo de cria o e recria o. dos indiv duos a partir das suas re O despertar da Educa o no. la es com outros homens e das entanto passa por uma a o con. suas rela es com fen menos creta e recriadora que leve o edu. como o econ mico o social o cador a conduzir o educando pe. ambiente f sico a cultura e as con las vias da pesquisa a descobrir. di es sociais e hist ricas do pro seu processo de emancipa o. cesso civilizat rio da humanidade Como afirma Trajber Manzochi. ADORNO T Educa o contra a barb rie In educa o e emancipa o p 155. Ibden Por emancipa o se entende a sa da do homem de sua menoridade e a. conseq ente utiliza o de sua raz o de modo p blico e aut nomo Adorno p 169. La Salle R Educ Ci n Cult Canoas v 12 n 1 p 21 36 jan jun 2007. 24 Jackson Bentes Heliton Leal Silva,1996 a Educa o tem que ser EDUCA O AMBIENTAL COMO. vir como marco na luta para a INSTRUMENTO DE CIDADANIA. emancipa o do povo e da sua, vanguarda querendo dizer com A Educa o Ambiental hoje se apre. senta como um dos instrumentos que, isso que n o se pode falar de Edu pretendem contribuir na forma o de.
ca o no abstrato cidad os cr ticos em rela o a sua re. alidade Segundo Carvalho 1999, Para acompanhar estas mu a Educa o Ambiental n o deve ser. dan as tornam se necess rias entendida como um tipo especial de. tamb m algumas mudan as no educa o Trata se de um processo. longo e cont nuo de aprendizagem,enfoque metodol gico da Educa. de uma filosofia de trabalho partici, o adequando a aos novos tem pativo em que todos fam lia escola. pos e s novas exig ncias da so e comunidade devem estar envolvi. ciedade atual a sociedade do co dos,nhecimento A defini o de Educa o. O Novo Ensino M dio por Ambiental mais aceita internacional. exemplo sugere um curr culo vol mente foi a da Confer ncia Interna. tado para o desenvolvimento de cional de Tbilisi 1977 que afirma. compet ncias no qual a interdisci A Educa o Ambiental um. plinaridade e a contextualiza o processo de reconhecimento de. permeiem a pr tica pedag gica valores e clarifica o de conceitos. Para o Minist rio da Educa o objetivando o desenvolvimento das. MEC educar para a vida prepa habilidades e modificando as atitu. rar para o mundo do trabalho su des em rela o ao meio para en. perar o r tulo de ante sala da Uni tender e apreciar as inter rela es. versidade este o papel que deve entre os seres humanos suas cultu. ser assumido pelo Ensino M dio ras e seus meios biof sicos A Edu. Neste novo contexto a for ca o Ambiental tamb m est rela. ma o de alunos cr ticos aut no cionada com a pr tica das tomadas. mos e protagonistas instrumentali de decis es e a tica que conduzem. zados para m ltiplas leituras e pos para a melhoria da qualidade de. sibilidades de interven o em sua vida apud SATO 2003 p 23 e 24. realidade exigem novas pr ticas O processo de aprendizagem. pedag gicas E o estabelecimento de que trata a Educa o Ambiental. de tem ticas que permitam a inter n o pode ficar restrito exclusiva. disciplinaridade como a Educa o mente transmiss o de conheci. Ambiental algo necess rio para mentos heran a cultural do povo. a re significa o dos tempos e s gera es mais novas ou a sim. espa os escolares dos materiais ples preocupa o com a formula. did ticos dos projetos e da avalia o integral do educando inserido. o por compet ncias em seu contexto social, La Salle R Educ Ci n Cult Canoas v 12 n 1 p 21 36 jan jun 2007.
A educa o ambiental e a pr tica de ensino um relato de experi ncias 25. A quest o ambiental segun escolas abrindo o conhecimento e. do os Par metros Curriculares Na a pesquisa ambiental para estudan. cionais PCN s o conjunto de te tes que n o teriam oportunidade. m ticas relativas n o s prote o de consultar de outra forma publi. da vida no planeta mas tamb m ca es desse n vel,melhoria do ambiente e da qualida. O desenvolvimento da pes, de de vida das comunidades quisa a o no processo de Edu. BRASIL 1997 ca o Ambiental pode ser uma, Para Reigota 1994 a Edu boa via para se trabalhar com pro. ca o Ambiental deve primeira jetos A pesquisa a o possibilita. mente come ar dentro de casa no ao aluno participar do processo de. bairro e na escola procurando de aprendizagem Para Engel 2000. tectar e resolver problemas ambi a pesquisa a o um tipo de. entais cotidianos Os Par metros pesquisa participante engajada que. Curriculares Nacionais do Ensino procura desenvolver o conheci. M dio PCNEM s trouxeram os mento e a compreens o como. princ pios da interdisciplinaridade e parte da pr tica. da contextualiza o e propuseram Segundo Carvalho 1999. um curr culo cujo eixo fosse a o educador deve compreender. constru o de compet ncias e a que a fonte de sua aprendizagem. promo o da autonomia intelectu de sua forma o sempre a so. al do aluno ciedade a consci ncia em ge, A Educa o Ambiental den ral com o meio natural e humano. tro da proposta dos PCNEM s pode no qual se encontra o homem e do. ser trabalhada por meio de proje qual recebe os est mulos os de. tos Para Currie 1998 um projeto safios os problemas que o edu. de Educa o Ambiental deve ter cam em sua consci ncia de edu. como objetivos 1 geral contribuir cador, para a forma o da cidadania am Segundo Vasconcelos 1997.
biental do aluno atrav s do acesso a presen a em todas as pr ticas. a informa es ambientais atualiza educativas da reflex o sobre as. das com foco na quest o s cio rela es dos seres entre si do ser. ambiental na Agenda 21 e na sus humano com ele mesmo e do ser. tentabilidade e baseado na atuali humano com seus semelhantes e. dade e no conceito da informa o com o ambiente condi o im. ambiental como instrumento de prescind vel para que a Educa o. est mulo e forma o da tica e ci Ambiental ocorra Dentro desse. dadania ambiental dos alunos e 2 contexto sobressaem se as Esco. pedag gico complementar as fon las Para Dias 1992 a Escola vis. tes de informa es dispon veis nas ta como espa o privilegiado na im. La Salle R Educ Ci n Cult Canoas v 12 n 1 p 21 36 jan jun 2007. 26 Jackson Bentes Heliton Leal Silva, plementa o de atividades que pro respeito s diversas formas. piciem essa reflex o pois isso exi de opini es dos alunos. ge uma nova compreens o de ati,a n o neutralidade da edu. vidades em sala de aula e ativida,des de campo com a es orienta. das em projetos e em processos de promo o de alternativas. participa o que levem a atitudes aos problemas ambientais. positivas e ao comprometimento envolvimento da comunida. pessoal com a prote o ambiental de e experi ncias pessoais. implementados de modo interdis dos alunos,a utiliza o de jogos simu. A Escola se apresenta como la es teatros e outras no. o melhor ambiente para implemen vas metodologias que auxi. tar a consci ncia de preserva o liam na familiariza o dos. do ambiente Mas a Educa o Am estudantes com os proble. biental na Escola deve ser neces mas ambientais e,sariamente interdisciplinar e o.
tema dever ser na pr tica trans promo o de trabalhos de. versal campo,A Educa o Ambiental deve A Educa o Ambiental um. ser explorada em todas as discipli tema important ssimo para a Geo. nas Entretanto as disciplinas de grafia Vidal 2002 defende que a. Geografia e de Filosofia acabam se Geografia capaz de introduzir no. destacando visto que proporcio aluno mudan as de atitudes assim. nam ao aluno uma vis o cr tica e como compreender se como inte. hol stica sobre o ambiente s cio grante nesse processo no qual. cultural e as quest es que lhe s o pode intervir com a es efetivas. pr prias Dentro desta perspectiva, Segundo Sato 2003 exis muitas experi ncias com projetos. tem algumas recomenda es ge ambientais em Escolas s o coorde. rais para a dissemina o da Edu nadas pela Geografia E tamb m. ca o Ambiental no ensino pela Filosofia Como no caso do. projeto desenvolvido no Col gio La, coer ncia e boa sele o Salle N cleo Bandeirante DF des. dos materiais did ticos em de 2003 Trata se de um projeto. especial dos livros did ti ambiental voltado para as quest es. cos ligadas principalmente ao Cerrado, promo o da discuss o em e que se alicer a na pesquisa a o. sala de aula debatendo pro envolvendo sa das de campo em. blemas conflitantes que o aluno chamado a partici, La Salle R Educ Ci n Cult Canoas v 12 n 1 p 21 36 jan jun 2007.
A educa o ambiental e a pr tica de ensino um relato de experi ncias 27. par desde a constru o do proces O Col gio La Salle localizado. so ensino aprendizagem no N cleo Bandeirante DF na sua. origem denominado Col gio Bra,As primeiras iniciativas foram. voltadas exclusivamente aos alunos s lia e posteriormente Gin sio Bra. do Ensino M dio e contaram com s lia foi fundado no dia 8 de junho. a participa o de 25 do total des de 19576 pelo engenheiro Bernar. tes alunos No ano seguinte 2004 do Say o e um grupo de desbrava. a participa o foi maci a e j con dores do Planalto Central Hoje. tava com um percentual de 46 com instala es mais adequadas. dos alunos surgindo assim a ne com m todos e profissionais atua. cessidade de direcionar as ativida lizados s exig ncias dos tempos. des para s ries espec ficas de acor modernos o Col gio La Salle a. Col gio La Salle NB e doutorando em Desenvolvimento Sustent vel CDS UnB E mail heliton01902 upis br A educa o abm iental e a pr tica de ensino u mrelato de experi ncias Jackson Bentes FSC Heliton Leal Silva MSc Para evitar um resultado irracional preciso pressupor a aptid o e a coragem de cada um em se servir de seu pr prio entendimento T Adorno A cada dia a

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